Vivemos, hoje, um caos político, econômico e social.
Vemos, hoje, políticos que se esqueceram do real valor de
exercer um mandato político. Governar com o povo e para o povo, tornou-se uma
utopia.
Vemos, hoje, mídias e formadores de opiniões, que se
esqueceram do real significado de informar. Imparcialidade e compromisso com a
‘verdade’, tornou-se uma utopia.
Vivemos, hoje, com medo de nos expressar com liberdade e
altivez. Isso porque as pessoas não costumam respeitar as opiniões das outras.
É mais fácil excluir aquele que têm uma opinião diferente da
nossa do que aceitar e conviver com ela.
A intolerância e a segregação sempre serão os caminhos mais
fáceis.
Por que não aceitar opiniões e discursos diferentes uma vez
que os próprios indivíduos são distintos?
Percebo, hoje, em meio ao caos citados anteriormente, que a
maioria das pessoas não conseguem manter um diálogo civilizado quando o assunto
é política.
“Política e religião não se discute”, por que não?
O diálogo com bases concretas e argumentos sólidos são
enriquecedores. Afinal, não podemos obter uma posição crítica daquilo que não conhecemos.
Percebam que eu utilizei a expressão ‘posição crítica’ e não
o verbo ‘criticar’. O primeiro é adquirido com leitura, estudo e conhecimento,
já o segundo, é formado por juízo de valor.
No entanto, o indivíduo raso, aquele que não procura se
informar afundo dos assuntos, sempre procura criticar aquilo que é adverso.
Enfim, continuamos vivendo sobre o caos. Mas será que continuaremos
intolerantes com as opiniões das pessoas? Até quando?
Segregar? Até quando?
O melhor de ser diferente é aceitar as diferenças.
Fácil, não é. Difícil, nem tanto. Impossível, bom, isso
depende de vc!
Texto de Bruno de Azevedo

